
MAIS ARTIGOS
MARCA PESSOAL
Artigo publicado em 14/12/2009 por: Mia Couto (Mia Couto)
Começamos pela pergunta principal do programa:
1. Na sua opiniao o que é uma Marca?
Um cunho um sinal uma impressão que fazia sobre objectos para os distinguir de outros. As marcas distinguem objectos, não pessoas. O que distingue as pessoas é o seu pensamento é o que fazem das suas vidas.
“A Marca Pessoal é a união dos nossos talentos e atributos, bons ou ruins. Temos é que saber o que há de único em nós”.
2. Por isso o que é que pensa serem os seus pontos fortes?
Quem me deve julgar são os outros. Mas o meu lema principal é ser verdadeiro comigo mesmo. A própria escrita literária me obriga a isso. Parece um contra-senso: nós inventamos histórias para os outros. Mas para nós mesmos, criadores das histórias, esses personagens devem surgir como verdadeiros.
3. Quais são os valores que você defende?
O amor pelos outros (em contraposição a uma auto-estima demasiado centrada em nós mesmos), a solidariedade (em lugar da compaixão), o respeito pela verdade e pela justiça.
4. Quais as qualidades e factores que o diferenciam dos outros escritores?
Cada escritor pretende uma única coisa: ser único. O que significa que ele deve trabalhar para além de qualquer comparação.
5. Qual é a palavra chave da sua personalidade?
Estar disponível. “Para algumas pessoas é muito importante investir na sua imagem”.
6. Como o Mia Couto vê este posicionamento?
Existe hoje um investimento naquilo que é a superfície. Existe uma máquina para promoção daquilo que é cosmético, que é a imagem (e quase sempre a imagem televisiva). O importante na Arte são as obras de arte e não tanto os autores. O que eu pretendo é que os meus livros sejam divulgados e lidos.
“Não basta apenas ser conhecido, é preciso que seja por boas razões”.
7. Por fim como o Mia Couto gere a sua marca pessoal?
Não sei gerir. Sou eu mesmo como sou.
8. E quais as dicas para aqueles que desejam ingressar para o mundo artístico?
Que acreditem que o talento é apenas uma base de partida. O resto (e o resto são mais de 90 por cento) é trabalho. E que trabalhem mais para que sejam respeitados do que para gozarem de fama. A fama é passageira. O respeito é eterno.
1. Na sua opiniao o que é uma Marca?
Um cunho um sinal uma impressão que fazia sobre objectos para os distinguir de outros. As marcas distinguem objectos, não pessoas. O que distingue as pessoas é o seu pensamento é o que fazem das suas vidas.
“A Marca Pessoal é a união dos nossos talentos e atributos, bons ou ruins. Temos é que saber o que há de único em nós”.
2. Por isso o que é que pensa serem os seus pontos fortes?
Quem me deve julgar são os outros. Mas o meu lema principal é ser verdadeiro comigo mesmo. A própria escrita literária me obriga a isso. Parece um contra-senso: nós inventamos histórias para os outros. Mas para nós mesmos, criadores das histórias, esses personagens devem surgir como verdadeiros.
3. Quais são os valores que você defende?
O amor pelos outros (em contraposição a uma auto-estima demasiado centrada em nós mesmos), a solidariedade (em lugar da compaixão), o respeito pela verdade e pela justiça.
4. Quais as qualidades e factores que o diferenciam dos outros escritores?
Cada escritor pretende uma única coisa: ser único. O que significa que ele deve trabalhar para além de qualquer comparação.
5. Qual é a palavra chave da sua personalidade?
Estar disponível. “Para algumas pessoas é muito importante investir na sua imagem”.
6. Como o Mia Couto vê este posicionamento?
Existe hoje um investimento naquilo que é a superfície. Existe uma máquina para promoção daquilo que é cosmético, que é a imagem (e quase sempre a imagem televisiva). O importante na Arte são as obras de arte e não tanto os autores. O que eu pretendo é que os meus livros sejam divulgados e lidos.
“Não basta apenas ser conhecido, é preciso que seja por boas razões”.
7. Por fim como o Mia Couto gere a sua marca pessoal?
Não sei gerir. Sou eu mesmo como sou.
8. E quais as dicas para aqueles que desejam ingressar para o mundo artístico?
Que acreditem que o talento é apenas uma base de partida. O resto (e o resto são mais de 90 por cento) é trabalho. E que trabalhem mais para que sejam respeitados do que para gozarem de fama. A fama é passageira. O respeito é eterno.






